La cura, de Rodrigo Alves Melo
“La cura” é um dos curtas que realmente gostei no Festival Internacional de Curtas do ano passado. Feito por estudantes da EICTV (Escuela Internacional de Cine y Televisión, de Cuba) é um musical que discute de maneira inteligente a questão da sanidade/insanidade.
O filme conta com a atuação de Claudia Calderón, diretora do premiado “O ano do porco” (também da EICTV), um curta que relaciona a memória, o tempo e a sorte com o tal ano do porco. Apesar de possuir uma pitada “Amélie Poulain” mereceu os prêmios que ganhou.
“La Cura” é um belo exemplo do bom uso de um gênero que é tradicional do cinema clássico e que é pouco usado hoje em dia. O filme inverte os valores e demonstra que os limites entre loucura e sanidade estão bem longes de serem definidos. Talvez seja uma questão de quem tem o poder de apontar o dedo. Isso faz pensar na nossa sociedade, que caminha sem pensar ou refletir para uma desmoralização e uma banalidade sem precedentes. Não quero me aprofundar, o filme resume boa parte da ópera.



Eu gostei do ,Barbarié… Barbarié!, no final.
hahaha
puta q pariu!
amei esse curta
hahaha!